Informações Gerais

Exposição #DeslocamentoBrasília

Abertura: 11 de julho (quinta-feira), às 19h
Visitação: De 12 de Julho a 18 de Agosto de 2013
Casa da cultura da América Latina
CSC, Quadra 4, Edifício Anápolis – Brasília-DF
Entrada franca

convite_deslocamento_brasilia_2013

 

Artistas do grupo paulista Aluga-se dialogam com a Capital

Em 2010, depois de muitas trocas de ideias entre um grupo de artistas residentes em São Paulo surgiu o Aluga-se. Além dos encontros semanais em um estúdio para discutir seus projetos artísticos, um dos objetivos principais do grupo era a itinerância, o desejo de ocupar diferentes espaços e cidades, visando a interação com artistas locais uma oportunidade para pensar e tentar organizar-se fora dos limites habituais.

Na quinta-feira (11/07), às 19h, Ana Zveibil, Evandro Prado, Fabiano Soares, Giba Gomes, Marlene Stamm, Mirian de los Angeles, Renata Cruz, Rosilene Fontes e Yara Dewachter, integrantes do Aluga-se, e as artistas brasilienses Camila Soato e Clarice Gonçalves, inauguram nas galerias da Casa da Cultura da América Latina da UnB (CAL), a exposição coletiva#DeslocamentoBrasília.

Para os artistas do Aluga-se, o deslocar-se, assim como as parcerias, são tentativas auto impostas de ampliar o espaço que eles disponibilizam para construir um pensamento, um olhar, uma atitude, uma forma. Para isso, eles já correram meio mundo: Buenos Aires, interior da Bahia, Porto Alegre, Campo Grande (MS), Svendborg na Dinamarca… Agora, seguindo a vocação do grupo, que já “alugou” uma casa (Aluga-se), um museu (Marco Alugado), e uma galeria (Aluga-se Ville), o desafio é “alugar” o espaço da universidade, em Brasília.

As pinturas, gravuras, fotografias, instalações expostas, em sua maioria, parecem posicionar-se deslocadas entre a ficção e a meio caminho da história real. Por tudo que a cidade significa para o país, Yara Dewachter diz que é muito importante essa “ocupação” em Brasília, mesmo que nem todas as obras se refiram obviamente ao lugar.

Há investigações entre a infância real e a idealizada; entre questões políticas brasileiras e uma falsa ciência, entre personagens de animação e paisagens reais. A gravura de Giba Gomes questiona o Mensalão e a escultura “Los puretas” (2013) de Yara Dewachter mostra personagens da Disney com cabeça quadrada deslocados de seu meio. Crítica institucional na obra “Sede Vacante” de Evandro Prado, que apresenta um Papa de costas.

A pintura impactante de um seio ensanguentado de Clarice Gonçalves e imagens cômicas apropriadas da internet, de Camila Soato, marcam a presença dos artistas de Brasília na exposição que conta, com os trabalhos, como a instalação “Ser é ser percebido” de Ana Zveibil (2013), as aquarelas “Cartografias Imaginárias” de Renata Cruz e “Da Aurora ao Crepúsculo” de Marlene Stamm, a pintura “Esplanada” de Mirian de Los Angeles, “Porta Estreita” de Rosilene Fontes e “Beka” de Fabiano Soares.

As pinturas, gravuras, fotografias, instalações expostas, em sua maioria, parecem posicionar-se deslocadas entre a ficção e a meio caminho da história real. Por tudo que a cidade significa para o país.

 

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